O desenvolvimento de fármacos orais é um dos avanços no tratamento da Esclerose Múltipla. Neste sentido, a Biogen Idec apresentou o BG-12 (dimetilfumarato...DMF), uma comprimido que atualmente está já sob revisão pelas autoridades reguladoras dos Estados Unidos, União Europeia, Austrália, Canadá e Suíça.segunda-feira, 22 de outubro de 2012
A Biogen Idec apresentou no 28º ECTRIMS o BG-12 uma nova terapia oral (fumarato de dimetilo)
O desenvolvimento de fármacos orais é um dos avanços no tratamento da Esclerose Múltipla. Neste sentido, a Biogen Idec apresentou o BG-12 (dimetilfumarato...DMF), uma comprimido que atualmente está já sob revisão pelas autoridades reguladoras dos Estados Unidos, União Europeia, Austrália, Canadá e Suíça.quinta-feira, 18 de outubro de 2012
AUBAGIO reduz reincidência de surtos e incapacidade causada pela Esclerose Múltipla
quarta-feira, 20 de abril de 2011
'Laquinimod' mostra eficácia contra esclerose múltipla
O “laquinimod” é um medicamento que está a ser desenvolvido pelas farmacêuticas Teva e Active Biotech.
Fonte: RCM Pharma, GazetaWeb, Olhar Direto
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
BOAS NOTÍCIAS! União Europeia dá luz verde ao Gilenya


A EMA, a Agência Europeia do Medicamento emitiu esta manhã um parecer positivo ao Gilenya (ou Fingolimod), o tratamento oral da Novartis.
O Gilenya torna-se, assim, o primeiro comprimido para tratamento da esclerose múltipla a ser aprovado na Europa para doentes com uma alta actividade de EM (esclerose múltipla) recidiva remitente.
A opinião favorável da Agência do Medicamento Europeia baseou-se nos resultados dos estudos clínicos que comprovaram a eficácia significativa na redução de recaídas (surtos), no risco de progressão da incapacidade, assim como no número de lesões cerebrais detectadas nas ressonâncias magnéticas.
“Mais de 500 mil pessoas na União Europeia vivem com esclerose múltipla, uma doença neurológica debilitante que envolve uma progressão imprevisível ao longo da vida”, comentou John Golding, o Presidente da Plataforma Europeia de Esclerose Múltipla. “O primeiro tratamento oral disponível que oferece uma eficácia significativa para os doentes adequados é uma alternativa bem-vinda.”
A recomendação do Comité dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) da EMA constitui a base para uma decisão europeia de licenciamento do medicamento, o que deverá acontecer daqui por 3 meses.
"Estamos satisfeitos com a recomendação de hoje pelo CHMP porque significa que os pacientes na Europa com alta actividade remitente-recorrente poderão em breve beneficiar de eficácia significativa do Gilenya, tomando uma cápsula, uma vez ao dia", disse David Epstein, Chefe de Divisão da Novartis Pharmaceuticals. "A Novartis compromete-se a fornecer medicamentos inovadores como o Gilenya a doentes com esclerose múltipla, e estamos ansiosos para trabalhar com os países de toda a Europa para atingir esse objectivo", adiantou.
Fonte: Novartis, AEMA, Wall Street Journal, Bloomberg, Reuters, Stock Markets Review
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Estados Unidos aprovam primeiro tratamento oral para a Esclerose Múltipla

A Autoridade Reguladora do Medicamento nos Estados Unidos aprovou o primeiro fármaco oral para o tratamento da esclerose múltipla.
A Food and Drug Administration (FDA) aprovou o Gilenya (ou Fingolimod), produzido pela farmacêutica suíça Novartis, que visa reduzir recaídas em doentes com EM que experimentam sintomas como desequilíbrio, espasmos musculares e outros problemas de movimento.
A autorização dada agora pela FDA vai permitir combater diversos tipos de esclerose múltipla, que afecta mais de 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo.
Em Junho passado, um painel de especialistas da FDA decidiu que o Gilenya ajuda a reduzir as recaídas nos pacientes, mas recomendou que estes não tomem o medicamento sem supervisão médica e que fiquem sob observação durante as seis horas seguintes à primeira toma. Essa recomendação foi tida em conta pelo laboratório suíço que, em comunicado, deu esse passo médico como certo.
O medicamento oral reduz significativamente os surtos de esclerose múltipla, mas tem também efeitos secundários graves que podem afectar o coração, os pulmões e olhos, assim como o aumento do risco de infecções. Os doentes de EM devem ser, por isso, cuidadosamente observados e devem fazer regularmente exames oftalmológicos, pode ler-se ainda no comunicado.
O Gilenya foi inventado como uma nova forma para evitar a rejeição em pacientes transplantados renais. Mas a dose necessária para essa finalidade era muito tóxica. A dose que será usado para tratar a esclerose múltipla é cinco vezes menor que a menor dose testada em estudos de transplante.
Mesmo com essa dose menor, o Gilenya pode ter uma toxicidade grave.
Em ensaios clínicos, os efeitos secundários relacionados com Gilenya foram:
- Enzimas hepáticas elevadas
- Edema macular (inchaço da parte central da retina, causando visão distorcida)
- Pressão arterial elevada
- Falta de ar
- Bronquite
- Diarreia
- Bradicardia (diminuição da frequência cardíaca)
A Novartis vai estabelecer um programa de cuidado para a educação e acompanhamento de pacientes que tomam o medicamento. Para além disso, a empresa vai continuar os estudos de longo prazo para estudar os efeitos secundários que podem ocorrer com o uso a longo prazo.
A Rússia foi o primeiro país no mundo a aprovar este tratamento oral da farmacêutica Novartis, no passado mês de Setembro.

