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segunda-feira, 20 de junho de 2011

"O ABC da Esclerose Múltipla" gratuito e ainda disponível


O livro "ABC da Esclerose Múltipla", continua disponível para quem estiver interessado, sendo uma publicação completamente gratuita, editada pela Merck Serono .

O "ABC da Esclerose Múltipla" é um guia para as diversas fases da EM, orientando os doentes através dos desafios diários que a patologia pode apresentar.

Dividido em três partes, o livro fala, num primeiro momento, sobre noções essenciais do que é a EM – as suas causas e sintomas, o diagnóstico e o tratamento. Numa segunda parte são dadas dicas de como Viver Saudável com a EM: desde a dieta ao exercício físico, passando pela gravidez e o parto, as viagens e a vida laboral com a patologia. O terceiro capítulo, tem em conta temas como os direitos das pessoas com EM, os benefícios fiscais a que têm direito e outros, como os para a aquisição de habitação ou de viatura próprias.

Quem quiser receber directamente o livro em casa, basta enviar um pedido com morada que a Merck Serono fará depois o envio do mesmo.

Os pedidos podem ser feitos directamente para a Merck através da morada:
Merck, S.A.
Rua Alfredo da Silva, 3C
Portugal 1300_040 Lisboa



terça-feira, 17 de maio de 2011


Na véspera do Dia Mundial da Esclerose Múltipla, a Merck Serono irá lançar, dia 24 de Maio, terça-feira, o livro ABC da Esclerose Múltipla – um guia de (con)vivência com a doença, dirigido a doentes, cuidadores, familiares e amigos. A obra, desenvolvida no âmbito do projecto Rebicare, conta com a chancela da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), e o apoio do Grupo de Estudos de Esclerose Múltipla (GEEM) e da Associação Nacional de Enfermeiros de Esclerose Múltipla (ANEEM).

A apresentação do livro decorrerá na sede da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla, em Lisboa, e estará a cargo das autoras: Maria José Carvalho, profissional de saúde especializada na área da Esclerose Múltipla (EM); Catarina Fernandes e Daniela Leal, enfermeiras de apoio a Doentes de EM; e Celena Veloso assistente social que dá apoio a doentes na SPEM.

Nesta sessão de lançamento estará também presente a Directora e porta-voz da SPEM, Manuela Duarte Neves, bem como um médico que dará a perspectiva clínica desta doença e um doente que poderá dar o seu testemunho.

Fonte: Merck Serono, SPEM, JASFarma

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Programa Rebicare tem novo serviço de call-center


A Merck Serono reforçou o seu projecto de apoio aos doentes de Esclerose Múltipla (EM), RebiCare, com um novo serviço de Call Center. Esta é uma nova valência que marca a aposta no apoio personalizado de cada doente de EM e tem como principal objectivo ser mais um ponto de suporte e de informação.

Os doentes podem contactar a mais recente vertente do projecto RebiCare de segunda a sexta-feira, entre as 16:00 e as 22:00 horas. Do outro lado da linha vão encontrar respostas especializadas que procuram ir de encontro a todas as dúvidas técnicas sobre a utilização dos dispositivos de tratamento da EM.

“A EM é uma doença que não tem um padrão específico, sendo que muitas vezes os doentes se deparam com dúvidas e incertezas não só relacionadas com a patologia, mas com o próprio tratamento, nomeadamente, a gestão e manuseamento dos dispositivos. É importante, de forma a incrementar a confiança, que sintam que têm à sua disposição todas as ferramentas para se adaptarem à sua condição da melhor forma. É nesse sentido que lançamos esta nova vertente do RebiCare - sempre na expectativa de contribuir para que cada doente consiga conviver melhor com a Esclerose Múltipla” , explica Dr.ª Leonor Sequeira, médica, da área de Doenças Neurodegenerativas, da Merck Serono.

O projecto RebiCare é um suporte de apoio aos doentes com Esclerose Múltipla e disponibiliza um suporte de enfermagem, com cobertura a nível nacional; um programa de fitness, com aulas dirigidas e adequadas ao doente com EM (uma parceria com o Holmes Place); um serviço de entrega domiciliária de medicamentos (uma parceria com a Cruz Vermelha), um jornal com temas relacionados com a Esclerose Múltipla, “RebiCareNews” e, desde meados deste ano, uma plataforma interactiva, o website RebiCare, direccionado não só aos doentes que fazem parte do programa, mas a todos aqueles que querem saber mais sobre EM.

Fonte: Comunicado da Merck Serono dirigido ao Gang da EM


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Estudo aponta terapia que retarda o avanço da EM em doentes com sintomas iniciais


A Merck Serono, uma divisão da Merck, anuncia os resultados do estudo REFLEX de fase III (Dosagem flexível de Interferon beta-1a na esclerose múltipla precoce), que mostram que o risco de avanço da doença foi reduzido pela metade em pacientes que fizeram uso deste medicamento três vezes por semana.


O estudo foi conduzido internacionalmente por dois anos, contemplando 517 pacientes com sintomas sugestivos da doença. Essas pessoas foram divididas em três grupos: o primeiro fez uso de placebo, o segundo recebeu uma administração semanal de Interferon beta-1a (Rebif 44) e o terceiro recebeu três doses semanais do medicamento.


O risco de evolução da esclerose múltipla foi reduzido em 51%, ao longo de dois anos, nos pacientes tratados com Interferon beta-1a três vezes por semana. No segundo grupo, foi observada uma redução de 31%. A probabilidade de mudança dos sintomas iniciais para a forma reconhecida da doença foi de 86% no grupo que recebeu placebo, de 62% nos pacientes tratados com Interferon beta-1a três vezes por semana e de 76% nos pacientes que receberam esse medicamento uma vez por semana.


“Assumimos o compromisso de oferecer tratamentos que satisfaçam as necessidades de pessoas que convivem com a esclerose múltipla em seus vários estágios”, afirma o Dr. Roberto Gradnik, Vice-Presidente Executivo da Merck Serono para Doenças neurodegenerativas. “Ao longo dos anos, temos trabalhado continuamente no aperfeiçoamento do medicamento Interferon beta-1a, com novas formulações, aparelhos de injecção além de novos dados clínicos. Estamos muito satisfeitos com essas informações que mostram que os pacientes do estudo com os primeiros sinais clínicos de esclerose múltipla se beneficiaram com a nossa terapia”, ele reforça.


O perfil de segurança do Interferon beta-1a, observado no estudo REFLEX, foi semelhante ao encontrado em outros estudos recentes com a formulação sem soro do medicamento. Não foi identificada nenhuma reação adversa inesperada e a grande maioria foi leve ou moderada. O efeito indesejável mais frequente foi o aparecimento de sintomas gripais, típicos da terapia com Interferon, sendo transitórios e de controle por meio de tratamento profilático.


Os resultados completos do estudo REFLEX serão submetidos para apresentação nos futuros congressos científicos. Está em andamento uma extensão de três anos desse estudo, denominada REFLEXION4, com o objectivo de fornecer dados de acompanhamento de longo prazo (até cinco anos) dos pacientes.


Fonte: Medical News Today, Portal Factor Brasil, Trading Markets.com



quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Rebismart chega aos hospitais portugueses


Depois de uma espera de cerca de 9 meses, finalmente o Rebismart é uma realidade para os portadores de esclerose múltipla.


O governo publicou, no passado dia 2 de Agosto, um despacho aprovando o novo dispositivo electrónico que, uma vez publicado em Diário da República, tem efeitos imediatos.


Já muitos sabem mas nunca é demais informar os doentes de EM que agora existe esta possibilidade de, no hospital, pedirem ao vosso médico/enfermeiro o novo auto-injector da Marck Serono caso, claro está, estejam a ser medicados com o Rebif.


O Gang da EM já aqui tinha indicado, em Julho passado, que a aprovação por parte do governo português foi um processo moroso mas, agora, tudo isso é passado.


O Rebismart é o primeiro dispositivo electrónico para administrar uma dose pré-definida de interferon beta-1a para o tratamento da esclerose múltipla.

É um dispositivo inovador que foi desenvolvido para se adaptar às necessidades de cada doente através dos parâmetros de conforto (profundidade da injecção, velocidade da injecção, velocidade da agulha e tempo de injecção), de segurança (para uma maior confiança no tratamento) e de monitorização com o registo da data e hora da última injecção.





O dispositivo é fácil de manusear.


Apenas em 3 passos, o doente faz a sua injecção.


As instruções passam apenas por colocar a agulha, injectar e retirar a agulha.



Uma vez por semana, será necessário substituir o cartucho do medicamento (cada cartucho tem 3 dosagens de tratamento). Estes novos cartuchos foram criados para facilitar a utilização e manuseamento do dispositivo.




Dizem os especialistas que este é um sinal para que haja uma maior resposta no tratamento da esclerose múltipla até porque esta é uma injecção mais confortável para o paciente.



Nunca é demais lembrar (já o fizemos há cerca de 3 meses, sensivelmente) como funciona oRebismart:





Austrália é o segundo país a aprovar a Cladribina


A Austrália tornou-se no segundo país a aprovar a Cladribina, terapêutica oral para o tratamento da Esclerose Múltipla (EM) recidivante-remitente.

O anúncio foi feito ontem em comunicado pela Merck Serono.

“A aprovação da Cladribina oral, na Austrália é mais um passo em frente no nosso compromisso de lutar contra uma doença tão devastadora como a Esclerose Múltipla, fornecendo novas opções terapêuticas que respondam às necessidades dos doentes”, afirmou Elmar Schnee, presidente da Merck Serono. “A Austrália é o segundo país a aprovar a Cladribina oral e iremos manter os nossos esforços para que esta nova opção terapêutica fique disponível também em breve para as pessoas que vivem com esclerose múltipla noutros países”, acrescentou.

A Cladribina, que terá o nome comercial Movectro®, tornou-se o primeiro tratamento oral pra Esclerose Múltipla no mundo quando obteve das autoridades sanitárias da Rússia, em Julho de 2010.

A Merck Serono iniciou as submissões globais para a Cladribina em meados de 2009 e, até à data, já solicitou a aprovação para os comprimidos em cerca de 40 países.

A disponibilização do primeiro tratamento oral para Esclerose Múltipla recidivante-remitente poderá ser uma realidade em Portugal até ao final de 2011. Antes disso terá de ter a aprovação da EMEA, a Agência Europeia do Medicamento, o que deverá acontecer dentro de um ou dois meses. Só depois será possível ao governo português aprovar um novo medicamento para a Esclerose Múltipla.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Novo tratamento para a esclerose múltipla

Efeitos colaterais a curto prazo não foram verificados
2010-01-22

Há um novo tratamento clínico que se revelou eficaz no combate à esclerose múltipla, pois reduz o agravamento e as recaídas desta doença inflamatória do sistema nervoso central.

De acordo com o estudo pulicado no New England Journal of Medicine, trata-se do Cladribine, o primeiro tratamento experimental que pode ser administrado por via oral para combater esta doença neurológica crónica, de causa ainda desconhecida. Este medicamento desenvolvido pelo grupo farmacêutico Merck Serono neutraliza o sistema imunitário, impedindo que este ataque o sistema nervoso central.
Gavin Giovannoni, líder do estudo


Ao longo de dois anos 1326 pacientes foram acompanhados neste estudo clínico, tendo sido sujeitos também a ressonâncias magnéticas. Os investigadores verificaram assim que com a administração do Cladribine, os efeitos colaterais causados pelas actuais terapias foram eliminados. Deste modo, é suficiente tomar os comprimidos num período de oito a dez dias por ano, evitando-se assim as injecções intravenosas às quais são submetidos actualmente os pacientes ao longo de todo o ano.

Os participantes do ensaio clínico que tomaram Cladribine tiveram menos 55 por cento de risco de recaída e menos 30 por cento de probabilidades de que a sua condição se agravasse do que o grupo tratado com placebos, fármacos inertes.

"A chegada do Cladribine, que não produz efeitos colaterais a curto prazo e é muito fácil de tomar, terá um importante impacto sobre o tratamento da esclerose em placas", afirma Gavin Giovannoni, da London School of Medicine and Dentistry, principal autor da investigação.


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Esclerose múltipla poderá ser tratada com comprimido?

Há um medicamento em ensaios clínicos que pode vir a ser o primeiro comprimido para a esclerose múltipla, escreveu ontem uma equipa de investigadores do Reino Unido na revista médica "New England Journal of Medicine".

A molécula cladribina (um agente anticancro, usado para tratar a tricoleucemia), parece ser capaz de reduzir "significativamente" a degradação neurológica e os episódios agudos da doença, adianta um comunicado da revista sobre o trabalho da equipa coordenada por Gavin Giovanonni, da London School of Medicine and Dentistry.

O estudo envolveu 1300 pessoas que sofrem de esclerose múltipla, durante dois anos, que tomaram esta droga oralmente.

Os resultados apontam para que o medicamento tenha de ser tomado apenas oito a dez dias por ano. Até agora, as drogas usadas para tratar esta doença eram apenas injectáveis.

Os pacientes que participaram no ensaio e tomaram a cladribina oralmente apresentaram 55 por cento menos probabilidades de sofrer um episódio agudo desta doença auto-imune que ataca o sistema nervoso, e 30 por cento menos hipóteses de sofrer um agravamento.

Fonte: Público